contra la criminalización de la desobediencia civil

Iniciativa social de denuncia y solidaridad con las personas condenadas por la pieza “Desobediencia Civil” en el sumario 18/98

Manifesto (galego)

Amigo, amiga

Ponhemo-nos em contacto contigo porque hoje, Jornada Internacional da Nom-violência, impulsamos umha campanha de solidariedade coas pessoas injustamente condeadas em Dezembro de 2007 na peça “desobediência civil” do macro-sumário 18/98. Como pessoas que participamos do movimento pola paz e anti-militarista, que temos praticado e praticaremos a desobediência civil, consideramos oportuno e mais que nunca necessário fazer pública a nossa postura solidária.

A campanha extenderá-se até o vindeiro mes de Janeiro e pretendemos que reciba o maior número possível de adesons: tanto das pessoas que participarom da insumisión, dos e das que tomades parte no movimento pola paz e de qualesquer organizaçom ou pessoa que se una para erguer a voz perante esta injustiça.

Contamos contigo tambem. Graças por adiantado. Manteremos-vos informados.
O Grupo impulsor.

Atoparedes toda a informaçom da iniciativa em https://desobediencia1898.wordpress.com
Para aderirse ou recibir mais informaçom: desobediencia.1898@gmail.com

Em defessa da desobediência civil

Nós, insubmissos -condeados, processados ou declarados- ao erradicado serviço militar obrigatório; co apoio decidido das entidades de referência do movimento pacifista e anti-militarista; e coa solidariedade das organizaçons e pessoas aderidas ao presente manifesto,

Queremos trasladar, hoje, 2 de Outubro, Dia Internacional da Nom-violência que:

• Amosamos a nossa mais profunda indignaçom polas penas de 9 e 10 anos de cadea à que tenme sido condeados, injustamente, nove cidadans bascos acusados de promover a desobediência civil no marco do macro-sumário 18/98. E fazemo-lo desde a defessa da desobediência civil que promovemos, temos promovido e seguiremos a promover.

• Mais umha vez ainda, e de acordo coas conclusons precissas do informe da Comissom de Defessa do Colégio de Advogados de Barcelona, temos que constatar que o processo de instruçom, enjuizamento e condea na Audiência Nacional nom respetou as mínimas garantias jurídicas fundamentais esigíveis, como assi o certificou também a Comissom Internacional de Observaçom do processo, integrada por 300 juristas.

• Constatar que a desobediência civil é una prática política consubstancial às democracias avançadas e profundamente radicada na nom-violência. No presente caso, e num contexto de conflito enquistado, esta condea pretende abortar alternativas de transformaçom social, criminalizando práticas políticas antagônicas coa violência. A desobediência civil que nasce da responsabilidade pessoal assumiu sempre todas as conseqüências penais que lhe puderam corresponder. Pero misturar soez e deliberadamente desobediência civil e terrorismo nom favorece para nada um sistema de liberdades próprio de um sistema democrático.

Por estes motivos, solicitamos aos magistrados do Tribunal Supremo que revisam o recurso à sentência:

A livre absoluçom de todas as pessoas processadas na peça ‘Desobediência Civil’ do sumário 18/98

Barcelona, a 2 de Outubro de 2008
Dia Internacional da Nom-violência

GRUPO IMPULSOR
[Insubmissos e objectores]

Pepe Beunza, encadeado e com dous conselhos de guerra em 1971 e 1972
Martí Olivella, encadeado em 1976
Jesús Viñas, encadeado e com dous conselhos de guerra em 1975
Pere Comellas, insubmisso encadeado
Lluc Pelaez, insubmisso condeado
Jordi Muñoz, insubmisso condeado
Raimon Gassiot, insubmisso processado em 1997
Gebran Jamal, insubmisso condeado
Adolf Montoliu, insubmisso condeado
David Fernandez, insubmisso condeado 1997

[Entidades e organismos]
Federació Catalana d’ONG per la Pau
Comissió de Defensa del Col•legi d’Advocats de Barcelona
Justícia i Pau
Fundació per la Pau
Coordinadora Tarragona Patrimoni de la Pau
Iniciativa si al procés de pau
Grup de Treball 18/98 Barcelona

[Movimento pola paz]
Gabriela Serra, membro do movimento anti-OTAN
Arcadi Oliveres, membro de Justícia i Pau
Pere Ortega, membro do Centre Delàs d’Estudis per la Pau
Jordi Armadans, membro da Fundació per la Pau
Alfons Banda, membro de Fundació per la Pau
Tica Font, membro de Justícia i Pau
Xavier Badia, sociólogo
Carne Romía, ex–directora do seminário permanente de educadores/as para a Paz (SPEP-UB)
Francesc Tubau, membro de Aturem la Guerra

[Pessoas]
Eva Fernandez, presidenta de la Federació d’Associacions de Veïns i Veïnes de Barcelona (FAVB)
Josep Maria Terricabras, filósofo
Gemma Calvet, advogada
Ester Sancho, advogada
Jaume Asens, advogado
Mònica Sabata, psicólogo
Jordi Martí Font, sindicalista

Para aderirse: desobediencia.1898@gmail.com
https://desobediencia1898.wordpress.com

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